Entre encontros, despedidas e recomeços, o cantor amapaense Jhimmy Feiches transforma sua visão sobre o amor no álbum “Bonito na Vida é Se Apaixonar”. O projeto, composto por sete faixas e lançado em blocos desde dezembro, chegou à etapa final, com três músicas inéditas.

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Com sonoridade pop experimental e amazônica, o terceiro álbum do artista apresenta diferentes paixões em suas complexidades, leveza e intensidade. A natureza surge como elemento simbólico para traduzir os ciclos emocionais que atravessam essas experiências.
“Esse álbum é diferente de tudo que já fiz. Ele nasceu do encerramento de ciclos e do desconforto de não saber para onde seguir. A partir desse lugar, comecei a refletir sobre o ponto inicial, aquele em que a vida volta a ter brilho que é quando nos apaixonamos”, comenta Jhimmy.
Ode às múltiplas faces do amor
As novas faixas “Bonito na Vida é Se Apaixonar”, “Duas Rodas” e “Me Engana” ampliam a proposta do projeto. As músicas percorrem desde encontros descomplicados até sentimentos mais intensos, reforçando a ideia de que o amor pode assumir diferentes formas ao longo da vida.
O álbum também aborda o amor-próprio e a reconexão consigo mesmo, além da força transformadora que o sentimento pode exercer sobre caminhos, escolhas e pertencimentos, consolidando a proposta de celebrar o ato de se permitir amar.
Trajetória

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Natural de Macapá (AP), Jhimmy Feiches une ritmos amazônicos à liberdade do pop para cantar identidade, brasilidade e pertencimento LGBTQIA+, representando uma nova geração de artistas nortistas que dialogam com tradições regionais e influências globais.
O projeto foi apresentado em duas partes: a primeira lançada no fim de dezembro de 2025 e a segunda no início de janeiro, consolidando o terceiro álbum do artista como um trabalho colaborativo e marcado por diferentes olhares na composição e produção.