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Programa de Extensão Universitária promove Ciclo de Palestras “A cobertura jornalística na fronteira Brasil-Venezuela: Relatos do local para o global” na UFRR

Na terça-feira, 07, aconteceu o primeiro Ciclo de Palestras “A Cobertura Jornalística na Fronteira Brasil-Venezuela: Relatos do local para o global”, o evento é um trabalho desenvolvido pelo Programa de Extensão Universitária Rede Terecom, da Universidade Federal de Roraima, e o grupo de pesquisa “Comunicação, Identidades e Fronteiras”, da Universidade Federal de Santa Maria, com o intuito de contar as experiências vividas pelos profissionais de comunicação durante o processo de fechamento da fronteira.

Para o coordenador do programa,  Prof. Dr. Edileuson Santos Almeida, o evento é essencial para desenvolver um novo olhar dos alunos de comunicação, além de contribuir na sua grade curricular.

“O grupo de pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras, da Universidade Federal de Santa Maria, já existe por mais de 10 anos e ele realiza colóquios para discutir essa temática da cobertura em áreas de fronteira, então resolvemos trazer para cá esse ciclo de palestra porque a gente vê duas perspectivas nesse evento, a primeira é de os alunos poderem vivenciar a experiência de profissionais que já estão no mercado e no segundo momento é poder discutir uma temática que sempre esteve no olhar muito externo que é a questão da fronteira, então toda vez que a gente teve conflito aqui nessa fronteira ela foi coberta por jornalísticas que vieram especialmente para essa missão, e a gente teve pela primeira vez com esse conflito na Venezuela a oportunidade de jornalistas locais não só cobrir para mídia local, como cobrir para a mídia nacional e internacional. Eu acrescento ainda que esse ciclo de palestra consegue contribuir com o processo de informação do estudantes.”

O desenvolvimento de programações assim no âmbito acadêmico podem permitir uma troca de experiência entre estudantes e profissionais de área, como comenta o acadêmico do 4 semestre Willians Dia.

“Esse ciclo de palestras é fundamental, pois ele nos permite conhecer e entender como funciona a cobertura jornalística na fronteira sob a óptica de quem vivencia ou vivenciou essa situação com certa frequência. A contribuição é grande no sentido de que ainda nos primeiros semestres os acadêmicos têm a oportunidade de debater o assunto com esses profissionais. Há uma aproximação de quem já está no mercado com quem ainda está na academia. Existe uma troca de experiências.”

A primeira noite contou com os seguintes palestrantes convidados: as jornalistas Cyneida Correia, repórter do Grupo Folha e correspondente do Jornal Estadão e Wall Street Journal, Gleide Rodrigues, documentarista, Érica Figueiredo, repórter da Rede Amazônica e correspondente da TV Globo, Priscila Torres, fotojornalista e correspondente de Agências de Notícias, e o acadêmico de Jornalismo do 6º semestre, Alan Chaves, ex-repórter do G1/RR e correspondente do G1 nacional.

Atualmente trabalhando como assessor da prefeitura da capital, Alan ressaltou sobre a importância de contar com essa programação.

“A importância disso tudo está muito ligado a contar as vivências de cobertura como a de Pacaraima naqueles dias, que foi algo inédito tanto para o local como para o mundial. Então, eu acho importante levar como foi, nessa questão do ineditismo e da loucura que foi lá. Além disso, tem a questão da representatividade que eu acredito muito. Às vezes a gente olha para a redação do G1, por exemplo, e espera que seja ocupada por pessoas de fora, que nós não somos capazes e nós somos sim. Podemos estar lá dentro assim como qualquer outro profissional do Brasil.”

A 2ª rodada do “Ciclo de Palestras”, ocorreu na sexta-feira, 10, e contou com a participação dos academicos de jornalismo da UFRR Robson Moreira, da Rede Amazônica/TV Globo, e Angélica Vasconcelos, TV Tropical/SBT, dos jornalistas Bruno Perez, TV Band, e Josué Filho, BBC Brasil, e do repórter-cinematográfico Roque Neto, Rede Amazônica/TV Globo.

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