Referência expressiva e voz protagonista da Música Popular Originária (MPO), a cantora e compositora Kaê Guajajara anuncia o lançamento do seu mais novo single autoral, “Eu Moro Numa Oração”, com estreia marcada para o dia 25 de setembro em todas as plataformas digitais de música.

Nascida no Maranhão e criada no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, Kaê traz em sua arte a síntese potente de que “a floresta não termina onde a cidade começa”. Após a repercussão do álbum “Forest Club” e de projetar a força do lema “Favela é Terra Indígena” em palcos de grande representatividade como o Rock in Rio, The Town e Global Citizen, a artista dá sequência à sua série de lançamentos e colaborações.
Sintonizada com as matrizes e a sofisticação da MPB, “Eu Moro Numa Oração” exalta a ancestralidade como porto seguro, refúgio e força vital. A canção traduz a fé e a memória como territórios de afeto e resistência, entrelaçando a vivência nas cidades com as raízes originárias.
A produção musical e os arranjos da faixa são assinados por João Loroza, que também assume a execução instrumental de violão, guitarra, baixo, percussão, programação de bateria e sintetizadores. O single conta ainda com os marcantes backing vocals de Alec Vasconcelos, enquanto a mixagem e masterização foram executadas por Joss Dee.
Ficha Técnica
- Intérprete Principal: Kaê Guajajara
- Composição: Kaê Guajajara
- Produção Musical e Arranjos: João Loroza
- Instrumentos (Violão, Guitarra, Baixo e Percussão): João Loroza
- Programação de Bateria e Sintetizadores: João Loroza
- Backing Vocals: Alec Vasconcelos
- Mixagem e Masterização: Joss Dee
- Distribuição Digital: ONErpm
- Selo: Azuruhu
Sobre
Kaê Guajajara é a voz da Música Popular Originária (MPO). Nascida no Maranhão e criada no Complexo da Maré (RJ), sua arte desfaz a ilusão de que a floresta termina onde a cidade começa. Com a força de seu terceiro álbum, Forest Club, e sob o lema “Favela é Terra Indígena”, Kaê consolidou sua relevância global em palcos como Rock in Rio, The Town e Global Citizen. Em 2024, pauta a visibilidade originária nos centros urbanos com a sua participação na exposição “Sobre Vivências” (Museu das Favelas – SP). Unindo ativismo e estética, Kaê redefine o cenário musical brasileiro ao manifestar que a força da terra e a tecnologia do agora ocupam o mesmo corpo e o mesmo território.