
Após reunir mais de 40 mil visitantes e movimentar milhões em faturamento ao longo de sete edições, a Feira D retorna ao Mercado de Origem, no Centro de Manaus, entre os dias 9 e 12 de abril, com a maior edição já realizada. O evento promete fazer a feira se consolidar como um dos principais espaços de economia criativa na capital com a presença de mais de 60 criativos.
Desde a primeira edição, realizada em 2023, o evento apresentou um crescimento expressivo. Ao longo de sete edições, o evento já recebeu mais de 40 mil visitantes e ultrapassou R$ 3,5 milhões em faturamento.
O evento também se destaca por reunir criativos de diferentes regiões do país, promovendo a circulação de produtos autorais e conexões entre artistas e públicos.
Para o idealizador e curador André Porto Faleiros, o avanço da feira reflete uma mudança no comportamento do consumidor. “Na primeira edição, em 2023, recebemos 500 pessoas. Na terceira edição, em agosto de 2024, esse número subiu pra 3.500. Em agosto de 2025, foram 20 mil pessoas. Ou seja, nos consolidamos na cidade como um espaço que disponibiliza produtos exclusivos, mas que também transforma a vida de artesãos, dando não apenas visibilidade, mas oportunizando o comércio de suas criações”, disse André.

Artesãos na Feira D
Um dos exemplos desse impacto é o da artesã Lívia Rocha, da marca “Linhas Amazônicas | Arte Têxtil”, que acompanha a feira desde as primeiras edições.
Segundo Lívia, o crescimento do seu trabalho acompanhou o desenvolvimento do evento. “A minha história e a da Feira D estão profundamente conectadas. A minha marca praticamente começou junto com a minha primeira participação na feira. Então o crescimento do meu trabalho caminha lado a lado com ela”, afirmou.
Além das vendas, Lívia ressalta que a feira possibilita tanto o contato com criativos de outras partes do país quanto com o público que acompanha o seu trabalho, favorecendo parcerias e novas oportunidades profissionais.
“Mais do que um espaço de venda, a Feira D se tornou uma base estrutural do meu trabalho — no aspecto econômico, criativo e, principalmente, relacional”, complementa Lívia.
