
Artistas, estudantes e representantes do setor cultural participaram, na última quinta-feira (12), da abertura da exposição “Trans Amazônica”, de Rafaela Moreira, na Galeria Benedito Nunes, em Belém. A mostra, contemplada pelo Prêmio Branco de Melo 2025, celebra 10 anos de trajetória da artista e promove diálogos sobre arte e identidade na Amazônia.
No dia 6 de março, a programação contará com uma oficina gratuita de retrato em pastel seco, aberta ao público. A iniciativa integra as ações do Prêmio Branco de Melo, voltadas ao fortalecimento da produção artística e democratização do acesso à cultura no Estado. A exposição segue até o dia 27 de março.
Selecionada por meio de edital público, a mostra integra ações de incentivo à produção artística promovidas pela Fundação Cultural do Pará, fortalecendo a cena cultural do Estado. O título “Trans Amazônica” faz reverência à rodovia que conecta diferentes territórios do país.
Com curadoria dos pesquisadores Eduardo Bruno e Waldírio Castro, ambos ligados à área de Artes, a mostra estabelece conexões entre produções da Amazônia e do Nordeste, ampliando o diálogo entre regiões historicamente marginalizadas no circuito artístico nacional.
