A exposição “Namaloca” segue aberta ao público até quarta-feira (01/04), no Centro de Artes da Universidade Federal do Amazonas (CAUA), no Centro de Manaus, apresentando uma experiência imersiva sobre a atuação do projeto em comunidades periféricas e ribeirinhas da capital.

Imagem: Divulgação
Criado em 2021, o “Namaloca” atua a partir da escuta ativa dos territórios para identificar desafios e construir, junto aos moradores, soluções que promovam inovação social, protagonismo comunitário e melhorias no cotidiano.
Experiência imersiva
A mostra apresenta uma linha do tempo de 2022 a 2026, destacando a atuação em Monte das Oliveiras, Petrópolis (Mossoró) e na Comunidade Indígena Inhaã-bé, além da criação da plataforma digital e da metodologia baseada no diálogo e na construção coletiva.
“Mais do que apresentar resultados, esse espaço traduz um processo vivo, construído a partir da escuta e da troca com as comunidades. É sobre reconhecer que as soluções nascem dos próprios territórios e que o nosso papel é potencializar essas vozes. Cada etapa dessa jornada carrega aprendizados, vínculos e transformações reais na vida das pessoas envolvidas”, destaca Mel Angeoles.

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A iniciativa foi apresentada ao público durante o Fórum de Negócios: Impactos na Periferia, que reuniu empreendedores, artistas e coletivos culturais em uma programação voltada à economia criativa e à geração de oportunidades nos territórios. O projeto foi desenvolvido com recursos do Instituto Clima e Sociedade (ICS), reforçando o compromisso com ações de sustentabilidade e inclusão social.
Serviço
Exposição: “Namaloca”
Local: Centro de Artes da Universidade Federal do Amazonas (CAUA)
Endereço: Rua Monsenhor Coutinho, 724, Centro de Manaus
Data: até 1º de abril
Horário: 9h às 17h
Entrada: gratuita