A Varanda Multiagência iniciou fevereiro com uma movimentação estratégica no mercado publicitário do Amazonas ao oficializar a entrada do Estaleiro Juruá em seu portfólio de clientes fixos. A parceria marca um novo momento para a indústria naval no ambiente digital, com foco na consolidação da marca e no fortalecimento de sua presença no mercado.

Imagem: Divulgação / Varanda Multiagência
Com 21 anos de atuação e presença multirregional, a Varanda amplia sua atuação no segmento industrial ao assumir a gestão do posicionamento digital de um dos principais nomes da indústria naval da Região Norte. O trabalho terá como foco inicial a consolidação digital e o fortalecimento da presença institucional do Estaleiro Juruá.
A agência, que já opera em estados como Pará, Roraima e São Paulo, além do Amazonas, utiliza sua maturidade para atender contas de alta complexidade. A chegada do Estaleiro Juruá reforça a especialidade da Varanda no atendimento a grandes empresas e no segmento B2B.
“O Estaleiro Juruá vem para somar na nossa base de clientes B2B, um segmento em que a Varanda tem expertise. Em mais de duas décadas de agência, contribuímos com o fortalecimento de marcas que têm outras empresas como público-alvo, e com o Juruá não será diferente. Nos anima o desafio de nos aprofundarmos em uma marca da indústria naval que contribui tanto com a logística na região Norte do Brasil”, destacou Luan Rangel, diretor de Publicidade e Audiovisual da Varanda.

Imagem: Divulgação / Varanda Multiagência
Parceria estratégica fortalece presença digital
Na última semana, as equipes da agência e da indústria realizaram a reunião oficial de kick-off para alinhar as diretrizes de 2026. O objetivo é traduzir a robustez técnica e a tradição do Estaleiro Juruá para uma comunicação sólida e eficiente, ampliando sua competitividade e fortalecendo o diálogo com o mercado.
Sediado em Iranduba, a 38 quilômetros de Manaus, na margem direita do Rio Negro, o Estaleiro Juruá ocupa uma área de 144 mil metros quadrados. A empresa é referência na transformação de aço e na logística regional, contando com tecnologia como corte a plasma e sistemas de preservação de pintura, sendo considerada peça-chave no desenvolvimento da infraestrutura de transporte na Amazônia.